Património Natural

Quinta da Lavandeira

 

Quinta da Lavandeira

A Quinta da Lavandeira, também conhecida por “Quinta da Condessa”, teve outrora uma relevante importância no campo da agricultura. Tendo sido considerada uma quinta modelo, onde eram ensaiadas novas culturas e as mais modernas alfaias. Chegou a ser subsidiada pelo governo. Actualmente é conhecida por Parque da Lavandeira.
Era tal a sua importância que todos os anos, no dia 15 de Agosto, era aberta ao público, que muito admirava os seus campos de cultivo de legumes e cereais.

No seu interior podemos encontrar a Estufa da Quinta da Lavandeira, sobre a qual apresentamos aqui um artigo de José Duarte de Oliveira publicado no Comércio do Porto em Agosto de 1883:

A estufa do Sr. Conde da Silva Monteiro é um documento eloquente do progresso que a arte e a indústria têm feito em Portugal, porque, nessa edificação, nova no seu género entre nós, encontramos uma e outra, levadas a um grau de perfeição que pode fazer a inveja de engenheiros distintos. (…) Não se procurou, como se vê, fazer uma edificação vulgar, uma estufa como todas as outras. Recorreu-se à arte, pensou-se muito na parte ornamental, e é este o seu maior mérito.

Conhecemos as principais estufas e jardins de Inverno da Europa, em geral umas construções simples, pouco ou nada arquitectónicas, e que, portanto, diferem muito desta. Aqui, o desenhador pegou no lápis e foi descrevendo traços sobre o papel, à medida que a fantasia divagava pelos domínios da arte dos séculos passados. Não se pode dizer que seguisse rigorosamente este ou aquele estilo, mas o conjunto é agradável à vista. A porta do centro é ampla (3m,30 de largo), elegante, bem proporcionada, e as laterais condizem com o resto do edifício. Os rendilhados da cobertura são todos de ferro e de uma leveza tão extraordinária, que mais parecem recortes feitos em papel transparente. O corpo principal é sustentado por quatro arcos, nos quais se observa o mesmo estilo da parte exterior, que recorda muito o gótico. Nesta edificação é tudo harmonioso e bem proporcionado. Tem 24 metros de frente, 12 de altura no centro e 12 de fundo. Quando estiver povoada de plantas, deve produzir efeito surpreendente. Daqui se vê que esta estufa é uma das maiores que existem em Portugal e a primeira entre todas quantas possuem os amadores portugueses.

Na parte exterior da estufa há uma escada que dá acesso a todos os pontos, o que é importante, porque facilita muito qualquer reparo que se torne necessário fazer. Segundo nos informaram os construtores, a organização dos moldes em madeira, chumbo e zinco levou 883 dias a um entalhador, e a fabricação das suas diferentes peças 2372 dias a um serralheiro. O peso total do ferro empregado na sua construção é de 38 285 quilos. A estufa ficou pronta por 10 000 $ 00 réis.”

Quinta S. Salvador

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Quinta S. Salvador

A Quinta de S. Salvador é uma casa solarenga do séc. XVII, sendo uma parte do antigo Morgadio de Quebrantões em Vila Nova de Gaia. Implantada na margem esquerda do Rio Douro, nos terrenos limítrofes da nova ponte ferroviária da S. João, a 10 minutos a pé do centro histórico do Porto e das famosas Caves do Vinho do Porto.
Quinta S. Salvador oferece, num ambiente familiar de rara qualidade, um distinto alojamento e outras estruturas de apoio, tais como Restaurante, Sala de TV, Bar, salas de reunião e um Salão para banquetes e congressos com capacidade até 700 pessoas sentadas, climatizado e munido dos mais modernos equipamentos.

Quinta da Boucinha

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Quinta da Boucinha

A Quinta da Boucinhas é um lugar onde poderá desfrutar não só da beleza dos seus belos jardins, como também da riqueza patrimonial da casa senhorial datada do séc. XVIII. Em plena Vila Nova de Gaia, uma cidade a dois passos da 2ª cidade do país – o Porto – esta quinta fá-lo esquecer o que o rodeia, oferecendo-lhe momentos de lazer e pausa num quotidiano atarefado.